Bullying na sociedade brasileira

Bullying na sociedade brasileira

Bullying na sociedade brasileira

Organização das Nações Unidas (ONU), metade dos jovens existentes no mundo já vivenciaram algum episódio agressivo derivado do bullying, em que por vezes, estiveram relacionados à orientação sexual, religião, etnia ou aparecia física. Isto demonstra que, a partir do constrangimento ocasionado a outrem, os comportamentos violentos do agressor podem tanger à práticas transgressivas, levando-o ao cumprimento de penas, o bullyng na sociedade brasileira não é diferente.

O bullying na sociedade brasileira, aproximadamente um em cada dez estudantes é vítima frequente de bullying nas escolas. São adolescentes que sofrem agressões físicas ou psicológicas, que são alvo de piadas e boatos maldosos, excluídos propositalmente pelos colegas, que não são chamados para festas ou reuniões.

No Brasil, 17,5% disseram sofrer alguma das formas de bullying “algumas vezes por mês”; 7,8% disseram ser excluídos pelos colegas; 9,3%, ser alvo de piadas; 4,1%, serem ameaçados; 3,2%, empurrados e agredidos fisicamente.

Outros 5,3% disseram que os colegas frequentemente pegam e destroem as coisas deles e 7,9% são alvo de rumores maldosos.

Com base nos relatos dos estudantes do bullying na sociedade brasileira, 9% foram classificados no estudo como vítimas frequentes de bullying, ou seja, estão no topo do indicador de agressões e mais expostos a essa situação.
A publicação faz parte das divulgações do último Pisa, de 2015, avaliação aplicada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Participaram dessa edição 540 mil estudantes de 15 anos que, por amostragem, representam 29 milhões de alunos de 72 países. São 35 países-membros da OCDE e 37 economias parceiras, entre elas o Brasil.

O que fazer quando sofrer bully na escola

Bullying na sociedade brasileira

Alguns passos a serem seguidos quando sofrer bully na escola, não dê o troco na mesma moeda. Reagir violentamente pode piorar a situação e causar ainda mais problemas.

Os valentões gostam de sentir que têm poder sobre as pessoas e perder o controle é o tipo de reação que os satisfaz, encorajando mais agressões. Responder do mesmo modo mostrará que a tática dele está funcionando.

Mas o que fazer quando sofrer bully na escola:

Peça para ele parar. Use um tom de voz firme e fale algo como “Você está sendo muito desagradável” ou “Chega. Não fale assim comigo”.

  • Tente não ficar com raiva, nem responder com sarcasmo.
  • Dê respostas curtas.
  • Afaste-se se ele não parar.

Acabe com a sensação de poder do bully quando sofrer bully na escola,  a intenção do valentão é acabar com a segurança e autoestima das pessoas para exercer poder sobre elas.

Não ceda às ameaças e não faça o que ele mandar, assim ele perceberá que você não é um alvo fácil. Apelar para o mesmo método fará com que ele continue.

Reconheça e afaste-se de bullies, o que fazer quando sofrer bully na escola, eles são agressivos e não se furtam de usar isso para machucar e intimidar as pessoas até que elas cedam e façam o que eles exigem.

Preste atenção e detecte o valentão do lugar, assim saberá de quem se afastar. Eis alguns indícios para identificá-lo:

  • Ele abusa de substâncias como álcool e tem comportamentos perigosos como dirigir embriagado e participar de rachas.
  • Ele pode ser popular e muito autoconfiante, ao contrário do que se pensa.
  • Ele pode atacar as pessoas com palavras ou fisicamente.
  • Provavelmente, a violência que o agressor usa foi aprendida em casa durante a infância.

 Bullying do futuro

Bullying na sociedade brasileira

 As redes sociais sempre estão inventando moda agora o que esta em alta é o bullying do futuro. A mais nova brincadeira entre os internautas é o ‘bullying do futuro’. Tudo começou em um perfil no Twitter – sempre lá – que mostra situações dos usuários de hoje que eles provavelmente irão morrer de vergonha daqui há alguns anos.

Esses são os principais motivos de preocupação para os adolescentes de hoje o “bullying do futuro”. Em sua mensagem aos adolescentes por ocasião do Jubileu, o Papa Francisco pediu a eles sobretudo coragem para remar contracorrente, cultivando a capacidade de amar e perdoar.

A questão do fenômeno bullying do futuro, é uma situação que inquieta o coração dos adolescentes. Eles não têm algumas ferramentas pessoais para ir contra este mundo. Muitos se sentem obrigados a entrar num grupo não por maldade, mas para serem reconhecidos.

Lei contra o bullying

Bullying na sociedade brasileira

A Lei nº 13.185 Lei que estabelece o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying), determina que será considerada intimidação sistemática (bullying) todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

A caracterização do bullying é bastante específica e vai além de citar atos violência física ou psicológica em atos de intimidação, humilhação ou discriminação.

Cita, especificamente, casos de ataques físicos, insultos pessoais, comentários sistemáticos e apelidos pejorativos, ameaças por quaisquer meios, grafites depreciativos, expressões preconceituosas, isolamento social consciente e premeditado, pilhérias.

A nova Lei contra o bullying considera que há “intimidação sistemática na rede mundial de computadores (cyberbullying), quando se usarem os instrumentos que lhe são próprios para depreciar, incitar a violência, adulterar fotos e dados pessoais com o intuito de criar meios de constrangimento psicossocial”.

A intimidação sistemática (bullying) pode ser classificada, conforme as ações praticadas, como verbal (insultar, xingar e apelidar pejorativamente), moral (difamar, caluniar, disseminar rumores); sexual (assediar, induzir e/ou abusar), social (ignorar, isolar e excluir); psicológica (perseguir, amedrontar, aterrorizar, intimidar, dominar, manipular, chantagear e infernizar), físico (socar, chutar, bater); material (furtar, roubar, destruir pertences de outrem), virtual (depreciar, enviar mensagens intrusivas da intimidade, enviar ou adulterar fotos e dados pessoais que resultem em sofrimento ou com o intuito de criar meios de constrangimento psicológico e social).

A nova Lei contra o bullying fixa que é dever do estabelecimento de ensino, dos clubes e das agremiações recreativas assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate à violência e à intimidação sistemática (bullying). Serão produzidos e publicados relatórios bimestrais das ocorrências de intimidação sistemática (bullying) nos estados e municípios para planejamento das ações.

Os entes federados poderão firmar convênios e estabelecer parcerias para a implementação e a correta execução dos objetivos e diretrizes do Programa instituído por esta Lei.

Quais as consequências para quem pratica o bully

Bullying na sociedade brasileira

Se observarmos bem a prática do “bullying”, podemos ver que os agressores praticam atos que vão da lesão corporal a tortura, batendo, machucando, muitas das vezes essa agressão leva a sua vítima à morte e em outras vezes, a própria vítima acaba cometendo suicídio pra se livrar daquela vida de horror que passam.

A vítima de “bullying” pode ser vítima de homicídio (Art.121, CP), durante uma briga ou até mesmo de tanto apanhar de seu algoz ou algozes.

Art. 121, CP – Matar alguém:

Pena – reclusão de 6 (seis) a 20 (vinte) anos.

Muitas vítimas de “bullying” acabam cometendo suicídio, induzidas por seus algozes ou nas maiorias das vezes para fugir do martírio em que sofrem. Vítimas de sofrimento. O suicídio pode ser cometido sozinho, mas também com o auxílio de terceiro, no qual configura o crime de “Induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio” (Art. 122, CP).

Art. 122, CP – Induzir ou instigar alguém a suicidar-se ou prestar-lhe auxílio para que o faça:

Pena – reclusão de 2 (dois) a 6 (seis) anos, se o suicídio se consuma; ou reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, se da tentativa de suicídio resulta lesão corporal de natureza grave.

Pode ser vítima de lesão corporal, previsto no Art. 129 do Código Penal.

Art. 129, CP – Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem:

Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano.

A maioria das vítimas de “bullying”, sofrem agressões físicas cometidas por seus algozes, com a intenção de aterrorizá-las e mostrá-las quem manda através da força.

Lesão corporal leve – Consiste no dano à integridade física ou à saúde que não constitua lesão grave ou gravíssima(§§1º a 3º). As lesões corporais graves estão previstas no § 1º do art. 129.

Bullying verbal

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O BULLYING VERBAL é quando se usa as palavras para ferir alguém. São as famosas piadinhas, gozações, apelidos, ameaças e fofocas.

Quem nunca teve um apelido que odiava na infância? Muitos não ligam para isso e superam com tranquilidade, mas há pessoas que ficam marcadas com os xingamentos, apelidos e humilhações passadas durante a fase escolar por não se enquadrarem em um padrão considerado “normal” pelos colegas. A consequência disso é a formação de adultos inseguros e com problemas de interação social.

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